quinta-feira, 21 de março de 2013

Dia Internacional da Síndrome de Down 2011

by Flavio F. Soares on 13 de março de 2011 at 9:07 Posted In: Blog Texto publicado originalmente no site da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down em 11/03/2011 Inclusão Acontecendo – Amplie este Exemplo O Brasil comemora o Dia Internacional da Síndrome de Down no próximo 21/3 com extensa programação. Usando o tema “Inclusão Acontecendo – Amplie este Exemplo”, é a sexta vez que a data, criada para celebrar a vida das pessoas com síndrome de Down e chamar atenção da sociedade para a importância da inclusão total, é celebrada no país. Por quê 21/3? A data foi instituída pela Down Syndrome International (DSI), entidade que congrega associações de síndrome de Down de todo o mundo em alusão aos 3 cromossomos número 21 que cada pessoa com síndrome de Down carrega (21/3). No Brasil, é a Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down (FBASD) quem articula e organiza eventos em todo o país. Com o tema “Iclusão Acontecendo: Amplie este Exemplo”, a FBASD e as associações filiadas estão reunindo a maior programação por país, segundo a DSI, para comemorar a data. De acordo com Maria de Lourdes Marques Lima, presidente da FBASD, o tema escolhido para 2011 é uma evolução natural do tema de 2010, “Inclusão Social: Vamos fazer Acontecer!”. “A sociedade está vendo cada vez mais pessoas com síndrome de Down nas ruas, na escola, no trabalho, e comece a perceber que a inclusão é possível e depende de cada um de nós. Daí o convite: amplie este exemplo”, diz Lourdes.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

*Crianças com Síndrome de Down dão exemplo de socialização na Bahia

Ela quer um videogame de presente. Ele tem preferência por carros de brinquedo. Aos 12 e 13 anos, respectivamente, Gabriela e Pedro aguardam a chegada do Dia das Crianças, nesta quarta-feira (12), como qualquer outro jovem da mesma idade. Os filhos de Dona Lenalva e Dona Graça nasceram com Síndrome de Down e, mesmo com a deficiência intelectual, frequentam um colégio regular em Salvador. “Ele não tem nenhum tipo de privilégio por ser especial. A única diferença para os outros alunos é que a avaliação dele exige um pouco menos, dentro das limitações dele”, conta orgulhosa a mãe de Pedro. Para ajudar no aprendizado do filho, Maria Lenalva contratou uma professora particular para dar um reforço escolar ao garoto, que irá concluir o 4º ano fundamental no final de 2011. “Assim como qualquer outra criança, meu filho precisa de acompanhamento para se desenvolver melhor na escola”, diz Dona Lenalva.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Empregabilidade da pessoa com síndrome de Down

Trabalhar é um dos melhores instrumentos de que dispomos enquanto seres humanos, para nos realizarmos como pessoas, para manifestarmos operativamente nossas necessidades e nossa obrigação de servir os demais. Depois vem a satisfação pessoal que o emprego nos reporta, a criatividade do trabalho realizado, o salário que por ele se recebe, nos permitindo cobrir nossas necessidades e nossos gostos pessoais, motivos esses todos legítimos que engrandecem a realidade humana e o que implica em trabalhar. Infelizmente encontramos muitas barreiras para conseguirmos com que a pessoa com deficiência intelectual possa realizar-se com dignidade e inteireza em sua identidade como pessoa trabalhadora. Os empresários alegam alguns motivos para manterem mais resistência a disponibilizar vagas para pessoas com deficiência intelectual, como por exemplo, pessoas com síndrome de Down, optando preencherem as cotas com pessoas com outros tipos de deficiência. Verificamos sérios mitos e esteriótipos neste impedimento da contratação, citaremos alguns: não é bom para a imagem da empresa ter pessoas com deficiência intelectual, pessoas com deficiência intelectual não se relacionam bem, cometem demasiadamente erros, não se interagem com as equipes de empregados, apresentam dificuldades de arrumar postos de trabalho/vagas aonde possam desempenhar-se com sucesso, não são competitivos e atrapalham a produção dos resultados da empresa, etc. Notamos que estas observações são baseadas em mitos e preconceitos em relação à pessoa com deficiência intelectual, como alguém desprovida de maturidade, autonomia e independência. Num panorama geral, o processo de exclusão historicamente imposto às pessoas com deficiência deve ser superado por intermédio da implementação de políticas inclusivas, ações afirmativas e pela conscientização da sociedade acerca das potencialidades dessas pessoas. Para fins da inserção no mercado de trabalho das pessoas com deficiência intelectual, defendemos neste artigo, os princípios do Emprego com Apoio. O deficiente intelectual, podendo ser uma pessoa com síndrome de Down, deverá ter as mesmas oportunidades para obter seu emprego, porém dentro de sua singularidade deverá ser respeitado suas necessidades por meio dos níveis de apoio necessários para sua efetiva inserção no mercado de trabalho e redes de apoio necessárias para promover sua autonomia. Embasados na Resolução nº. 2 artigos 10 e 16 entendemos como intensidades de redes de apoio à pessoa deficiente intelectual, segundo os critérios utilizados pela Organização Mundial de Saúde. Sendo assim, para o Emprego com Apoio poderemos utilizar as mesmas mediações e níveis de apoio a cada caso individual para sua inserção no mercado de trabalho.

sábado, 10 de novembro de 2012

Tratamento de Síndrome de Down

Ao amamentar, o bebê deve estar bem apoiado e completamente acordado. O bebê poderá babar devido a deficiências no controle da língua. No entanto, muitos bebês com síndrome de Down podem ser amamentados com êxito. A obesidade pode ser um problema para crianças e adultos. É importante realizar muitas atividades e evitar alimentos muito calóricos. Antes de começar a praticar esportes, o pescoço e os quadris da criança devem ser examinados. O treinamento comportamental pode ajudar as pessoas com síndrome de Down e suas famílias a lidar com a frustração, a raiva e o comportamento compulsivo que ocorrem frequentemente. Os pais e cuidadores devem aprender a ajudar a pessoa com síndrome de Down a lidar com a frustração. Ao mesmo tempo, é importante incentivar a independência. As mulheres e as adolescentes com síndrome de Down normalmente podem engravidar. Há um maior risco de abuso sexual e outros tipos de abuso tanto em homens quanto em mulheres. É importante para as pessoas com síndrome de Down: •Aprender sobre gravidez e tomar as precauções adequadas •Aprender a defender-se em situações difíceis •Estar em um ambiente seguro Se a pessoa tiver algum problema cardíaco, pergunte ao médico sobre a necessidade de antibióticos para evitar infecções cardíacas chamadas endocardites. São oferecidos educação e treinamento especiais na maioria das comunidades para crianças com atrasos no desenvolvimento mental. A fonoaudiologia pode ajudar a melhorar as habilidades de linguagem. A fisioterapia pode ensinar habilidades motoras. A terapia ocupacional pode ajudar com a alimentação e a realização de tarefas. Um profissional especializado na saúde mental pode ajudar os pais e a criança a lidar com problemas de humor ou de comportamento. Na maioria das vezes, são necessários educadores especiais.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Regatas são canceladas, e dupla do Brasil acaba em 11º na classe Skud18

.06/09/2012 12h08 - Atualizado em 06/09/2012 13h04 Ausência de ventos na raia de Weymouth não permite que barcos entrem na água para a última prova. Resultados anteriores definem classificação final Por GLOBOESPORTE.COM Londres Comente agora Bruno e Elaine ficaram nas últimas colocações em todas as regatas (Foto: Agência Reuters)A dupla brasileira formada por Bruno Landgraf e Elaine Cunha não teve a oportunidade de melhorar seu desempenho, nesta quinta-feira, e ficou em 11º lugar, última posição na classe Skud18 da vela. Os barcos sequer entraram na água. As regatas que definiriam as medalhas foram canceladas por conta da ausência de ventos na raia de Weymouth, e os resultados obtidos anteriormente determinaram as colocações finais das paralimpíadas. Os brasileiros terminaram a competição com 96 pontos (já com o descarte da pior colocação) e não tinham possibilidades de melhorar a classificação final, uma vez que a diferença para o barco à frente era de 19 pontos. Nos cinco dias de regatas, Bruno e Elaine tiveram como melhor desempenho o 10º lugar (penúltimo), por três oportunidades. Em outras seis apresentações, o barco brasileiro foi o último a cruzar a linha de chagada. Em outra, foi desclassificado. O ouro foi conquistado pela parceria australiana, formada por Daniel Fitzgibbon e Liesl Tesch. A prata foi para as americanas Jen French e Jp Creignou, enquanto o bronze ficou com as britânicas Alexandra Rickham e Niki Birrell.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Dupla brasileira segue em último, e aussies ficam perto de título na vela

.05/09/2012 12h19 - Atualizado em 05/09/2012 12h19 Daniel Fitzgibbon e Liesl Tesch lideram na classe Skud 18 com 17 pontos Por GLOBOESPORTE.COM Londres 1 comentárioApós 10 regatas, o Brasil segue em último lugar na classe Skud 18 da vela nas Paralimpíadas de Londres. Nesta quarta-feira, Bruno Landgraf e Elaine Cunha completaram o nono trecho na 10ª colocação, à frente dos malaios Nurul Amili Balawi e Al Mustakim Matrin, mas caíram para 11º na regata seguinte. Na lanterna da competição, a dupla verde-amarela soma 108 pontos (96 se o descarte do pior resultado for levado em consideração). Vencedora de quatro regatas até o momento, a parceria dos australianos Daniel Fitzgibbon e Liesl Tesch lidera a competição, com 17(14) pontos. Em segundo lugar estão os americanos Jen French e Jp Creignou, seguidos pelos britânicos Alexandra Rickham e Niki Birrell. A 11ª e última regata do programa paralímpico, que definirá os medalhistas da classe, será disputada nesta quinta-feira.